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Março/2007
VITÓRIA
DA WSPA NA ÁSIA
Acordo sobre programas de abate humanitário foi assinado na China
Um
Memorando de Entendimento sobre programas de abate humanitário na
China foi assinado pela Sociedade Mundial de Proteção Animal – WSPA
e pelo Instituto de Pesquisa de Segurança em Produto Animal – APSRI.
O memorando foi assinado numa cerimônia em Pequim, no dia 10 de
fevereiro, pelo diretor geral da WSPA, Peter Davies, pelo presidente
da Câmara do Comércio chinesa, He Jihai, e pelo diretor do
Instituto, Jia Zili.
“Este é um passo em direção ao bem-estar dos animais na China.
Estamos orgulhosos da parceria com o APSRI e o elogiamos pelo seu
reconhecimento de que o bem-estar animal é um tema fundamental para
o futuro”, afirmou Davies.
A
WSPA e o APSRI irão trabalhar em parceria para promover treinamento
e apoio em transporte, manejo e abate humanitários de animais de
produção. Ambas as organizações também vão trabalhar com agências
relevantes do governo chinês para estabelecer uma legislação de
abate humanitário e códigos de prática.
“Estamos muito felizes de cooperar com a WSPA, a maior organização
de bem-estar animal do mundo, a fim de colocar em prática o programa
de treinamento em abate humanitário. Isso irá nos ajudar a fazer
grandes progressos em abate humanitário na China”, estima Zili.
A
China é a maior produtora de carne do mundo, tem a maior criação de
aves que existe, a segunda maior criação de gado e quase 50% da
população mundial de porcos. A WSPA e o APSRI têm trabalhado juntos
desde 2005 para melhorar o bem-estar dos animais. O Memorando irá
marcar um passo significativo no desenvolvimento e melhoramento dos
programas de abate humanitário na China, além de melhorar a
qualidade da carne.
Sobre a WSPA
Fundada nos E.U.A. há 25 anos, a World Society for the Protection of
Animals-WSPA, Sociedade Mundial de Proteção Animal, é uma
organização não-governamental, sem fins lucrativos, que tem por
missão elevar os níveis de bem-estar dos animais em todo o mundo,
assegurando que esse princípio seja universalmente compreendido e
respeitado.
Contando apenas com doações privadas, a WSPA tem uma frente ampla e
diversa de trabalho que inclui projetos educativos, capacitação
profissional, resgate de animais e suporte técnico para afiliadas,
além de uma mobilização constante para a criação e aplicação de leis
específicas de proteção aos animais.
Atualmente, a WSPA está presente em 146 países por meio de uma rede
com 747 afiliadas.
SOCIEDADE MUNDIAL DE PROTEÇÃO
ANIMAL (WSPA) FORMALIZA PROPOTA PARA SALVAR ISLÂNDIA
Logo depois de a Islândia anunciar, em outubro de 2006, que iria retomar
a caça comercial de baleias, a Sociedade Mundial de Proteção Animal
(WSPA) lançou um leilão virtual no site e-bay.
O
objetivo era arrecadar fundos suficientes para comprar do governo da
Islândia a vida de baleias que seriam mortas dentro da cota de caça
da temporada 2006-2007.
A
campanha foi um sucesso e, como resultado, o Diretor Geral da WSPA,
Peter Davies, enviou ontem uma carta ao Primeiro-Ministro da
Islândia oferecendo a arrecadação de 380 mil reais em troca da vida
de duas baleias de 20 toneladas.
Seguem em anexo a carta de Peter Davies enviada para o
Primeiro-Ministro da Islândia e duas fotos (de Jonas Fr.
Thorsteinsson) de baleia sendo içada na costa da Islândia.
Curiosidade: a caça de baleias na Islândia, além de cruel, é
prejudicial à economia do país, visto que é responsável por apenas
1,5 milhão de dólares por ano, enquanto o turismo de observação de
baleias rendeu nada menos que 18 milhões de dólares em 2005.
QUÍMICOS CHEIRAM MAL
AOS FOCINHOS
São Paulo, 11 de fevereiro de 2007 - Folha de SP
Produtos químicos usados na limpeza doméstica são potenciais
irritantes também para os focinhos dos bichos de estimação. Extratos
vegetais, como os de pinho e de eucalipto, e cloro em excesso
agridem vias respiratórias de cães e felinos, segundo o veterinário
Fábio Alves.
"Via de regra, gatos são mais propensos a alergias respiratórias, e
cachorros, às dermatológicas", fala. Crises de espirro podem ser
sinal de alergia, detectada em testes de sangue. A solução, orienta
Alves, é adotar produtos neutros. Desinfetantes à base de
quaternário de amônia, menos nocivos que aqueles feitos de cloro,
são vendidos em pet shops. "Custam mais que os convencionais, mas
rendem bem. E os espirros da Mel diminuíram", diz a professora
Juliane Scatolin, 27, que mudou o esquema de limpeza de seu
apartamento devido às alergias do cão shitsu.
RAINHA RANIA INAUGURA CENTRO PARA CUIDAR DE ANIMAIS DE TRABALHO NA
JORDÂNIA
Sua
majestade a rainha Rania Al-Abdullah inaugurou ontem, segunda-feira,
o Garden Sanctuary, iniciativa da afiliada da WSPA chamada Humane
Center for Animal Welfare (HCAW), em Amã, na Jordânia. A partir de
agora, as 45 mil famílias jordanianas que dependem de animais para
sua subsistência vão poder contar com serviços veterinários
gratuitos para seus animais de trabalho. O Centro foi financiado
pela Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) em parceria com o
governo da Jordânia.
“A
inauguração deste Centro é um passo importante para o bem-estar
animal e dá crédito à visão e ao trabalho duro de nossa afiliada
HCAW. Ele será fundamental para melhorar os meios de subsistência
das pessoas e servirá de exemplo para o restante do Oriente Médio
como um centro de excelência”, comemorou Peter Davies, Diretor Geral
da WSPA.
O
local conta com acomodações, um centro de educação para promover o
bem-estar animal (o que será feito em conjunto com o Ministério da
Educação da Jordânia) e áreas para recreação. Além disso, existem
duas salas de cirurgia, uma farmácia, uma sala de recuperação e um
laboratório para raios-X. Haverá ainda, no Centro, treinamentos
supervisionados para estudantes de veterinária e serviços
especializados para eqüinos.
A WSPA também doou ao Centro uma clínica veterinária móvel para
chegar até fazendeiros e donos de animais de regiões remotas.
Para ela, a alta
prevalência de sentimentos negativos entre as mulheres pode ser
explicada pela maior aversão em relação ao sofrimento dos animais.
“Os homens, talvez por uma questão social, tendem a disfarçar suas
emoções, o que explicaria o baixo predomínio de sentimentos
negativos relacionados aos animais de laboratório”, sugere a
pesquisadora, que também leciona no curso de medicina veterinária do
Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte), em Santos.
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