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ASSOCIAÇÃO VIDA ANIMAL
RIBEIRÃO PRETO/SP

"Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem. Agora é necessário civilizar o homem em relação a natureza e aos animais."

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Março/2006

 

COLEIRA ANTI-LATIDO PODE AJUDAR NA CONVIVÊNCIA DO CÃO COM SUA VIZINHANÇA

   A coleira anti-latido é o modo mais prático e seguro para acabar com o latido excessivo que, muitas vezes acarreta em sérios problemas tanto para os animais, como para seus donos.
   A coleira utiliza o que chamam de correção sonora inofensiva, que é acionada com o próprio latido. Ela condiciona o cão a não latir nas horas indesejadas, tornando possível a boa convivência do cão com o dono e a vizinhança.
  Funcionamento
  A coleira capta o som do latido do cão e emite um sinal sonoro numa freqüência especifica de adestramento, que o faz parar de latir. O sinal sonoro é entendido pelo cão como um "não", assim, após 4 ou 5 dias, o cachorro já associa a razão da correção sonora a seu latido, condicionando-se a não latir enquanto estiver com a coleira.

   Segundo os especialistas, a coleira anti-latido não causa nenhum dano à saúde do seu animal.

 SOCIEDADE MUNDIAL DE PROTEÇÃO ANIMAL (WSPA) CONGRATULA PARLAMENTO EUROPEU

   A Sociedade Mundial de Proteção Animal – WSPA, com sede em Londres e escritórios no Brasil e em outros 12 países congratulou hoje o Parlamento Europeu que pediu uma legislação mais rígida quanto à produção de frangos de corte nos 25 estados da União Européia.

   Um esboço de legislação sobre padrões mínimos proposto pela Comissão de Ministros Europeus foi considerada muito fraca pelo Parlamento Europeu, que se preocupa com a densidade das criações, condições das matrizes, aceleração genética de crescimento das aves e enriquecimento ambiental.

  Leah Garcés, Diretora de Campanhas da WSPA, comentou: “Nós congratulamos o Parlamento Europeu por sua preocupação com melhores padrões de criação destes animais. Apesar de ser a espécie de criação mais intensiva no mundo, nunca houve uma legislação européia para proteger o bem-estar dos frangos de corte, produzidos em grande escala.

   Ela disse ainda: “Apesar das mudanças pedidas hoje pelo Parlamento Europeu ainda estarem longe dos padrões ideais em termos de bem-estar animal, elas representam um primeiro passo no reconhecimento da necessidade de melhorar as condições de vida de bilhões de frangos e galinhas, a fim de criar um produto mais saudável e de qualidade mais alta para o consumidor.”

   Mais de cinco bilhões de frangos de corte são criados na Europa a cada ano. Estes frangos de corte, amontoados aos milhares, são forçados a crescer num ritmo frenético que supera seu ritmo natural de desenvolvimento e que não é acompanhado por sua estrutura óssea. O esqueleto de um frango de 6 semanas hoje carrega o peso de um frango de 12 semanas. O resultado é o desenvolvimento de problemas nas pernas e de dolorosas lesões.

   A criação industrial de frangos de corte também tem sido apontada como causa de doenças. Na Inglaterra, por exemplo, casos de Salmonella e Campylobacteria, têm sido uma constante pela contaminação da carne de frango. - “Estes frangos são amontoados em densidades tão altas que acabam prostrados no chão coberto de fezes, frequentemente com feridas no peito e nas pernas e com doenças de pele que podem ser vistas em aves encontradas principalmente em supermercados”, comentou ainda Leah Garcés.   

 

 


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